Arthur Folster Machado

Arthur Folster Machado
Arthur, O primeiro Folster Machado

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O DUENDE

Antes de terminar de vez o ano na escola tivemos nossa noite de festa no “teatrão” onde foi ver a Dora com o Papai e a Mamãe outro dia, deixamos a Anne em casa com a Vovó (palhaçada, eu nem tava sabendo de nada, fiquei dormindo, da próxima vez eu choro...) e fomos pra festa, foi nossa oportunidade de mostrar todo nosso talento, muito bem ensaiado pelo Rafa durante nossas aulas de teatro na escola, onde aprender a bagunçar..., digo, a representar... a peça foi “Stricker e o Sapateiro”, o meu papel? Eu era um dos fundamentais duendes...

Os duendes tinha que ajudar o sapateiro a fazer sapatos e pronto... tá bom... você acha que depois de tanto ensaiar nós duendes iríamos apenas fazer sapatos? Nós queríamos fazer bagunça..., digo, mostrar nosso talento... Convenci meus amigos duendes que poderíamos mostrar mais, revolucionar a peça...

Já na entrada tentei um caminho diferente e fui parar atrás do cenário, mas depois consegui voltar ao palco para dar início a revolução dos duendes (minha nossa, é quase um Che...), enquanto o meus companheiros (companheiro não Arthur...), tá bom..., meu amiguinhos esperavam a hora de entrar em cena eu comecei a avaliar o terreno...

Vi que a filha do sapateiro estava fazendo a maior bagunça e pensei comigo, posso bagunçar e vez ou tomar uma decisão mais estratégica (????), arrumar a bagunça... e foi isso que eu fiz, meus amigos ficaram meio sem saber o que fazer e depois passaram a me seguir...

Fizemos um pouco de sapato pra disfarçar e assim que o carinha com chapéu entrou em ação pra comprar um sapato bem caro por sinal eu o segui de perto, depois fomos tomando conta do palco, subi na mesa, derrubei as caixas, empilhei as caixas e os duendes me ajudando, tentei “ir pra galera” duas vezes, mas a Mimi e o Rafa não deixaram e quando terminou o show sai correndo, entrei numa porta que não levava a lugar nenhum e quando vi estava de novo no palco com a Bia no meu encalço, mas consegui fugir...

Consegui meu objetivo, mostrei ao mundo o que os duendes podem fazer, só não entendi muito bem porque o Papai morreu de rir, a Mamãe até chorou de tanto rir, a Dinda e o Beto também, acho que a nossa revolução não foi assim tão sério... o importante foi que nos divertimos muito e encerramos com chave de ouro o meu primeiro ano na escola.

Aproveito pra mandar um beijão pra Mimi, Bia, Pri, Mi, Rafa, Érica e todo mundo que fez parte deste meu primeiro ano na escola, com certeza não vou me esquecer de vocês...

Beijão a todos

Arthur


Dedico estas palavras a Gi, o anjinho que voltou pro céu, a estrelinha que sempre brilhará e iluminará todo mundo no Cezaninho, sempre...

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